94% dos colaboradores da Transmaas disseram, na pesquisa Trust Index 2026 do Great Place to Work, que quem entra na empresa é recebido de forma a se sentir bem-vindo. Com a pesquisa deste ano, a Transmaas renovou a certificação Great Place to Work Brasil, que vale de outubro de 2026 a outubro de 2027.
Certificação costuma soar como medalha que a empresa pendura na própria parede. Esta funciona ao contrário. O selo só vem pela pesquisa respondida pelos próprios colaboradores, de forma confidencial, e exige uma pontuação acima de 70.
Quem certifica o ambiente da Transmaas, portanto, não é a diretoria. É quem trabalha nela.
Como funciona a certificação Great Place to Work
O Great Place to Work avalia o ambiente de trabalho pela voz de quem está dentro. Na pesquisa, os colaboradores leem uma série de afirmações sobre o dia a dia na empresa e dizem com que frequência cada uma é verdade, de "nunca" a "sempre". As afirmações cobrem cinco dimensões: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem.
A participação é um convite, não uma obrigação, e a identidade de quem responde fica protegida da empresa. A nota é a média das respostas favoráveis, e só as empresas que passam de 70 recebem o selo. A certificação vale por 12 meses: para manter o selo, a equipe precisa avaliar a empresa de novo.
A Transmaas já tinha conquistado o selo antes. Em 2026, pediu de novo a opinião de quem faz a operação, e a resposta veio no mesmo sentido.

Por que o acolhimento pesa no transporte rodoviário internacional
Boa parte do que faz uma carga cruzar a fronteira sem tropeço não está em manual. Está na experiência de quem confere a fatura comercial contra o CRT e o MIC/DTA, de quem conhece a rotina de cada passagem e de quem sabe a quem ligar quando algo foge do previsto. Esse conhecimento passa de pessoa para pessoa, no dia a dia.
Por isso o número que a Transmaas escolheu destacar diz tanto. Quando 94% da equipe afirma que quem chega é bem recebido, isso descreve uma casa em que o colaborador novo aprende com quem já sabe, em vez de aprender sozinho e às custas do embarque do cliente.
É a mesma lógica que guiou a chegada da inteligência artificial à operação da Transmaas, desenhada com a equipe e não contra ela. Em publicação no Valor Econômico, a CEO Eliane Maas resumiu: "A tecnologia é o meio; o que buscamos entregar é previsibilidade. E ela continua dependendo, acima de tudo, de pessoas preparadas e comprometidas com cada embarque".
O que o selo Great Place to Work significa para quem embarca com a Transmaas
Toda carga internacional passa por muitas mãos antes de chegar ao destino: a cotação, a programação do veículo, a conferência dos documentos, o acompanhamento até a entrega. Em cada uma dessas etapas há uma pessoa decidindo, e a qualidade dessa decisão depende de como ela se sente no lugar onde trabalha.
Quem confia na empresa pergunta quando tem dúvida, avisa quando vê um problema e se responsabiliza pelo que passa pela sua mesa. Para o embarcador, é isso que um ambiente de trabalho saudável vira na prática: atenção ao detalhe que segura uma carga na fronteira. Num setor em que a cotação se compara em minutos, o ambiente de quem atende é a parte do serviço que não aparece na proposta, e aparece em cada embarque.
A valorização do capital humano está entre os valores que a Transmaas declara desde sempre. O selo de 2026 a 2027 confirma esse valor por quem mais tem autoridade para isso, que é a própria equipe.
Uma equipe certificada no transporte rodoviário internacional
A Transmaas, fundada em 2003, opera o transporte rodoviário internacional entre Brasil, Argentina, Chile e Uruguai a partir de Uruguaiana, com escritório próprio em Buenos Aires, certificação OEA-S concedida pela Receita Federal e o selo Great Place to Work 2026-2027. Para conhecer a equipe que vai cuidar da sua carga, fale com um especialista da Transmaas.






