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Colapso de cargas no Porto Seco de Uruguaiana


De acordo com comunicado divulgado pela Associação Brasileira dos Transportes Internacionais (ABTI), o Porto Seco de Uruguaiana está colapsando em função do grande número de cargas parada.


A ABTI pondera que, desde o início de 2022, as transportadoras estão sofrendo com a lentidão na liberação das cargas e autorizações de ingresso. Somado a este cenário, há os efeitos da paralisação dos servidores da Receita Federal do Brasil, mobilização que iniciou em agosto de 2021, com as quartas-feiras sem computador.


Em novembro, foi incrementada com mais as terças-feiras sem acessos aos sistemas e foi recrudescida no final de dezembro, com operação padrão nos restantes dos dias úteis.


Segundo a ABTI, “a situação que já era crítica vem se agravando a cada dia, causando significativos problemas ao comércio exterior, criando filas de caminhões nas fronteiras, estagnados processos de importação e exportação, represamento de cargas, e, consequentemente, perda de competitividade e prejuízos no abastecimento e na economia do país”.

No entanto, a Associação afirma que o movimento grevista representa apenas 30% das dificuldades enfrentadas pelos transportadores no Porto Seco de Uruguaiana, que incluem também a lotação do Recinto Alfandegado, que está com a capacidade máxima de veículos em seu pátio, além de mais de 2.000 cargas represadas.


Ainda de acordo com a nota, a situação que vem causando maior preocupação da Associação é a escassez de informações que se tem sobre o andamento dos processos, além da interferência de outros órgãos que retardam a saída de veículos liberados, como é o caso da SEFAZ de São Paulo, que leva 5 (cinco) dias para concluir a exoneração de um processo.


Por fim, a Associação afirma que estão sendo tomadas todas as providencias cabíveis para que a situação se resolva. “A ABTI já solicitou o apoio das frentes políticas mais ativas e próximas da Entidade, assim como já encaminhou mais de 200 ofícios para todos os deputados e senadores dos principais estados de atuação do TRIC.


A Transmaas acompanha de perto o desenrolar deste impasse e buscar junto a ABTI tomar todas as medidas cabíveis visando mitigar impactos na cadeia logística



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