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Avança o acordo para suspender o protesto de caminhoneiros na fronteira

Atualizado: 24 de dez. de 2021



Após uma semana de tensões em Uruguaiana (RS), na fronteira Brasil-Argentina, chegou-se a um acordo com caminhoneiros autônomos do Brasil, Prefeitura e Receita Federal para suspender o bloqueio na fronteira.


Os motoristas vindos da Argentina estão sendo submetidos a testes rápidos de Covid-19 antes de ter autorização para seguir viagem.


“A situação começou a melhorar, houve acordo e os caminhoneiros resolveram suspender o movimento do lado do Brasil que impedia a entrada dos argentinos por causa do teste da Covid”, disse Cláudio Montano, auditor-fiscal da Receita Federal em Uruguaiana.


O movimento começou na semana passada, quando a Argentina passou a exigir dos motoristas internacionais, para ingresso no país, teste RT-PCR negativo para detectar a Covid-19 feito nas últimas 72 horas.


Isso irritou os caminhoneiros brasileiros, que passaram a exigir tratamento igual dos dois lados. Na semana passada, também houve protesto dos argentinos em apoio aos colegas brasileiros. Segundo Montano, os argentinos são contra a exigência de testes e querem a antecipação da vacina.


Francisco Cardoso, presidente da Associação Brasileira dos Transportadores Internacionais (ABTI), disse que as autoridades argentinas aceitaram flexibilizar as exigências.


“A partir de 1º de maio, os argentinos também terão que apresentar exame para retornar ao país, e o teste passa a ter uma exigência de sete dias de antecedência e não mais de 72 horas", ressaltou.


Um acordo com a Prefeitura de Uruguaiana garantiu a cessão de dois enfermeiros da Secretaria Municipal da Saúde para fazer testes rápidos nos argentinos no Terminal Aduaneiro da BR-290, com custos bancados pela ABTI.


Acreditamos que devam cruzar fronteira hoje um grande volume de caminhões que ficaram parados, retomando gradativamente os cruzes de veículos. O movimento normal na fronteira chega a 800 caminhões por dia e ainda vamos ter semanas de lentidão até tudo se normalizar, comenta Eliane Maas diretora da Transmaas.

A Transmaas segue atenta buscando sempre as melhores tratativas visando minimizar os impactos causados por este impasse. Qualquer dúvida sobre como proceder frente aos embarques programados pedimos contatar nosso time operacional.


Conte conosco para encontrar os melhores caminhos para mais este desafio.

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